Rapel: Esporte Radical?

Aventuras na queda de uma cachoeira, descer montanhas após uma escalada ou adentrar nos mistérios de uma caverna, são algumas das emoções que o rapel oferece a todos os seus praticantes. O Rapel como todo esporte tem riscos, porém deve ser praticado com toda segurança necessária usando as técnicas e materiais adequados, respeitando assim seus limites e os da natureza para não haver acidentes.
O rapel atualmente no Brasil ainda não é reconhecido como esporte radical, mas sim como técnica de descida. O equipamento de segurança é o principal requisito para a pratica do rapel. Deve estar sempre em boas condições, ser de boa marca, procedência e passar sempre por uma manutenção, que é bem simples. “O rapel parece fácil, amarrar uma corda em volta do corpo e descer, mas não é bem assim, é preciso antes de tudo muita atenção e técnica”, diz Rômulo Diniz, instrutor de escalada e rapel há três anos. Lembre-se que a escolha de um bom instrutor, experiente e com conhecimento do local é essencial. É ele quem vai dar todas as coordenadas e ajudar caso algum problema aconteça.
As dificuldades técnicas de cada ambiente para o rapel exigem conhecimentos específicos da técnica, tornando-o bem mais seguro e eficaz dependendo da situação. Basicamente três esportes utilizam o rapel: a escalada, a espeleologia e o canyoning. Em todos eles o conhecimento apenas do rapel é totalmente insuficiente, e praticar qualquer uma destas atividades sem saber exatamente os procedimentos corretos é tremendamente arriscado. “A presença do instrutor é essencial”, finaliza Rômulo.
Fica aqui a dica: Divirta-se nas alturas, mas sempre com cuidado!!
Reportagem: Giselle Valadares



